A entidade liderada por Fernando Gomes informa que este plano é «resultado da reflexão dos últimos seis meses com as associações e demais sócios FPF» e revela uma grande mudança para 2021/22: a criação da «III Liga», prova que servirá de acesso à LigaPro, segundo escalão do futebol nacional.

De realçar, ainda, que «na época 2020/21 competirão, no Campeonato de Portugal, 96 equipas: duas vindas da Liga Pro, 70 que permanecem, 20 que ascendem das competições regionais e 4 novas equipas B», sendo que «nas três épocas seguintes, a ‘III Liga’ e o Campeonato de Portugal verão o número de clubes reduzir-se até 76». Por fim, nota para o acordo já alcançado com o Sindicato dos Jogadores sobre o futuro salário dos profissionais destas competições, que «terão como valor de remuneração base o salário mínimo nacional».

Leia o comunicado na íntegra:

«A Direção da Federação Portuguesa de Futebol aprovou esta quarta-feira um amplo plano de emergência e reestruturação do terceiro escalão do futebol sénior masculino português, resultado da reflexão dos últimos seis meses com as associações e demais sócios FPF. O plano tem os seguintes principais objetivos: – Assegurar o maior número possível de projetos equilibrados; – Aumentar a competitividade; – Melhorar a qualidade de jogo; – Aproximar os adeptos do futebol local; – Criar espaços de desenvolvimento para o jovem jogador português na transição dos sub-19 para os seniores e garantir um formato adequado ao que se prevê venha a ser a próxima época, no quadro da pandemia COVID-19. A FPF decidiu criar em 2021/22 uma nova prova, designada para já «III Liga», que servirá de acesso à LigaPro. Na época 2020/21 competirão no Campeonato de Portugal as seguintes 96 equipas: duas vindas da Liga Pro, 70 que permanecem, 20 que ascendem das competições regionais e 4 novas equipas B. Nas três épocas seguintes, a «III Liga» e o Campeonato de Portugal verão o número de clubes reduzir-se até 76. A FPF acordou com o Sindicato dos Jogadores que os profissionais destas competições terão como valor de remuneração base o salário mínimo nacional. Além desta medida, a taxa de jogo sofrerá uma redução significativa e haverá ajustes no valor de inscrição de jogadores.»

Texto retirado do zerozero.pt
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